Mediastinite: Causas, sintomas e tratamento
Atualizado em 04/09/2026
Por Dr. Ricardo Terra, especialista em cirurgia torácica em São Paulo, CRM-SP 97.469 e RQE 105125.
A mediastinite é uma
inflamação do mediastino
que, nas formas infecciosas agudas, representa uma emergência médica. Pode ocorrer após cirurgias torácicas, perfuração do esôfago ou disseminação de infecções profundas do pescoço. O tratamento geralmente exige antibióticos e controle rápido do foco da infecção, que pode envolver drenagem ou cirurgia.
Neste artigo, vamos abordar as principais
causas, sintomas e opções terapêuticas para a mediastinite, além de destacar como o diagnóstico é realizado, quais situações exigem cirurgia e a diferença entre mediastinite infecciosa aguda e mediastinite fibrosante. Continue a leitura e entenda mais sobre o assunto.
O que é mediastinite?
A mediastinite é uma inflamação que afeta o mediastino, a região localizada entre os pulmões onde se encontram órgãos essenciais, como o coração, a traqueia, o esôfago e grandes vasos.
Essa condição pode ser aguda ou crônica.
A forma aguda geralmente é provocada por
contaminação ou disseminação de uma infecção para o mediastino. Entre os principais cenários estão infecção após esternotomia, perfuração do esôfago e mediastinite necrotizante descendente originada no pescoço.
Já a mediastinite fibrosante é uma doença rara e diferente, caracterizada pela
proliferação excessiva de tecido fibroso
dentro do mediastino. Essa fibrose pode envolver e comprimir vasos sanguíneos, vias respiratórias e outras estruturas. Portanto, não deve ser entendida simplesmente como uma infecção aguda que se tornou crônica.
Por se tratar de uma inflamação em uma área crítica do corpo, a mediastinite infecciosa aguda é
considerada uma emergência médica, pois pode comprometer rapidamente com sepse, comprometimento respiratório e circulatório.
As apresentações mais importantes incluem:
- Mediastinite pós-operatória: surge principalmente após procedimentos que envolvem abertura do esterno, como algumas cirurgias cardíacas
- Mediastinite por perfuração esofágica: ocorre quando saliva, bactérias e conteúdo do trato digestivo contaminam o mediastino
- Mediastinite necrotizante descendente: começa geralmente com uma infecção odontogênica, orofaríngea ou cervical profunda que se espalha em direção ao tórax
- Mediastinite fibrosante: condição fibroinflamatória rara que pode estar associada, em alguns pacientes, a infecções prévias como histoplasmose
O diagnóstico precoce e o início rápido do tratamento são essenciais para evitar complicações graves e aumentar as chances de recuperação.
Principais causas da mediastinite
A mediastinite pode ter diversas origens, sendo as mais comuns:
1. Infecções pós-cirúrgicas
Procedimentos cirúrgicos no tórax, especialmente cirurgias cardíacas por esternotomia, como
revascularização do miocárdio, podem levar à infecção profunda da ferida esternal e do mediastino.
A incidência de mediastinite pós-cirúrgica varia entre estudos e populações. Encontrando taxas entre
0,2% e 11% , como também, cerca de 0,5% a 3% após cirurgia cardíaca.
Entre os fatores associados a maior risco estão diabetes, obesidade, doença renal crônica, doença pulmonar crônica, reoperações e outros fatores relacionados ao paciente e ao procedimento.
Os agentes mais frequentemente encontrados incluem Staphylococcus aureus e estafilococos coagulase-negativos, embora bactérias gram-negativas e outros microrganismos também possam estar envolvidos.
2. Perfuração do esôfago
Uma ruptura no esôfago pode permitir que
saliva, bactérias e conteúdo gástrico
entrem no mediastino, causando contaminação e inflamação.
As causas incluem procedimentos endoscópicos, ingestão de corpos estranhos e traumas torácicos.
Outra possibilidade é a ruptura espontânea do esôfago após episódios intensos de vômito, conhecida como síndrome de Boerhaave.
Quando ocorre perfuração, não basta tratar apenas a infecção. É fundamental
controlar também a própria comunicação entre o esôfago e o mediastino. Dependendo da localização, extensão, tempo de evolução e condições do paciente, podem ser necessárias cirurgia, drenagem ou estratégias endoscópicas.
3. Disseminação de infecções próximas
Infecções graves em regiões próximas ao tórax, como
faringites, abscessos cervicais e infecções dentárias profundas, podem se espalhar pelo mediastino.
Quando uma infecção dos espaços profundos do pescoço desce pelos planos fasciais até o tórax, o quadro é chamado de mediastinite necrotizante descendente.
As infecções dentárias (odontogênicas) e tonsilofaríngeas estão entre as origens mais descritas. Trata-se de uma apresentação particularmente grave, que costuma exigir atuação conjunta de cirurgia torácica, otorrinolaringologia, cirurgia bucomaxilofacial ou odontologia e terapia intensiva.
O tratamento não se limita ao mediastino. A origem cervical ou odontogênica também precisa ser controlada.
4. Mediastinite fibrosante
A
histoplasmose
pode estar associada à mediastinite fibrosante, principalmente em regiões onde essa infecção é endêmica. A relação ocorre por uma resposta fibroinflamatória exagerada após exposição ao Histoplasma.
A tuberculose também foi descrita em associação com alguns casos de fibrose mediastinal, embora essa relação seja menos frequente.
O problema principal da mediastinite fibrosante é a formação progressiva de tecido fibroso
que pode envolver a veia cava superior, artérias e veias pulmonares, brônquios ou outras estruturas.
A identificação da
causa exata é fundamental porque o tratamento de uma infecção pós-operatória, uma perfuração esofágica, uma infecção cervical descendente e uma mediastinite fibrosante é completamente diferente.
Sintomas da mediastinite
Os sintomas da mediastinite costumam se manifestar de forma abrupta e intensa nos casos agudos, exigindo atenção médica imediata. Os sinais mais frequentes incluem:
- Dor torácica intensa e profunda, que pode se agravar com a respiração;
- Febre alta e calafrios, indicando um processo infeccioso em evolução;
- Dificuldade para engolir e dor ao engolir, devido à inflamação na região do esôfago;
- Falta de ar (dispneia), provocada pela compressão das estruturas torácicas;
- Inchaço no pescoço e sensibilidade torácica, reflexo da inflamação no mediastino;
- Batimentos cardíacos acelerados (taquicardia) e queda da pressão arterial, podendo indicar um quadro de sepse;
- Fraqueza e mal-estar intenso;
- Confusão ou redução do nível de consciência em casos de sepse.
A apresentação também depende da
causa.
Depois de cirurgia cardíaca, podem aparecer secreção pela ferida, vermelhidão, instabilidade do esterno, febre ou dor crescente no local operado.
Na perfuração do esôfago, dor torácica súbita, dificuldade para engolir e presença de ar nos tecidos do pescoço ou tórax podem ocorrer.
Na mediastinite descendente, dor e inchaço cervical, dificuldade para engolir, febre e sintomas respiratórios podem anteceder a infecção torácica.
A falta de ar não ocorre necessariamente porque o mediastino “comprime” as estruturas. Na forma aguda, ela também pode resultar de sepse, derrame pleural, comprometimento pulmonar ou extensão da infecção.
Na mediastinite fibrosante, o quadro costuma ser diferente. Os sintomas tendem a evoluir de forma mais lenta e decorrem principalmente da compressão de estruturas, podendo incluir falta de ar, tosse, tosse com sangue, dor torácica ou inchaço da face e dos braços quando há obstrução da veia cava superior.
Como é feito o diagnóstico da mediastinite?
A tomografia computadorizada do tórax com contraste é um dos principais exames para investigar suspeita de mediastinite aguda.
O exame pode mostrar alterações como líquido ou gás no mediastino, coleções, inflamação dos tecidos, derrame pleural e extensão da infecção.
Quando existe suspeita de mediastinite descendente, a tomografia costuma incluir também a região cervical para identificar a origem e determinar até onde a infecção se espalhou.
Exames de sangue podem demonstrar resposta inflamatória e alterações relacionadas à sepse. Culturas de sangue e do material obtido durante drenagem ou cirurgia ajudam a identificar os microrganismos e orientar posteriormente o antibiótico.
Se houver suspeita de perfuração esofágica, exames específicos para avaliar o esôfago podem ser necessários conforme a situação clínica.
Tratamento da mediastinite
O tratamento da mediastinite depende da sua causa e gravidade, podendo envolver
antibióticos, cirurgia, drenagem e suporte intensivo.
A ideia central do tratamento da mediastinite infecciosa é combinar controle da infecção com controle do foco que está mantendo a contaminação.
A abordagem precoce é essencial para evitar complicações e melhorar o prognóstico do paciente.
Antibióticos de amplo espectro
Administrados por
via intravenosa
inicialmente para combater os principais microrganismos que podem estar envolvidos.
A escolha do antibiótico é baseada na suspeita clínica e nas condições clínicas do paciente.
Depois, o esquema pode ser ajustado conforme culturas e testes microbiológicos.
O antibiótico, entretanto, muitas vezes não é suficiente sozinho. Uma coleção de pus, tecido necrosado, uma perfuração do esôfago ou uma infecção cervical profunda precisam ser adequadamente controlados.
Drenagem cirúrgica e desbridamento
Em casos mais graves, a drenagem do mediastino é necessária para
remover secreções purulentas e tecido infectado ou necrosado.
O acesso cirúrgico depende principalmente da origem e da extensão da infecção.
Na mediastinite necrotizante descendente, por exemplo, infecções mais limitadas à porção superior podem ser abordadas em determinados casos por drenagem cervical, enquanto a extensão para regiões mais inferiores pode exigir acesso ao tórax.
Toracoscopia, toracotomia, cervicotomia ou combinações desses acessos podem ser utilizadas conforme o mapeamento realizado pela tomografia.
Controle da causa
Além de drenar a infecção, é necessário
tratar a origem.
Após cirurgia cardíaca, isso pode envolver desbridamento da ferida esternal, retirada de tecidos infectados e estratégias específicas para reconstrução ou fechamento.
Na perfuração do esôfago, a própria perfuração precisa ser controlada.
Na mediastinite descendente, abscessos cervicais ou focos odontogênicos também devem ser tratados.
Esse conceito de controle do foco é um dos aspectos mais importantes do tratamento.
Suporte intensivo em UTI
Pacientes com
sepse, choque ou insuficiência respiratória podem precisar de suporte ventilatório e monitoramento contínuo.
O controle rigoroso da pressão arterial, oxigenação, função renal e demais órgãos é fundamental nos quadros mais graves.
O tempo de internação e recuperação varia amplamente. Casos localizados e tratados precocemente podem ter evolução muito diferente daqueles diagnosticados já com sepse ou extensa necrose.
Como é tratada a mediastinite fibrosante?
A mediastinite fibrosante exige uma abordagem diferente daquela utilizada para infecção aguda.
Não existe um único tratamento aplicável a todos os pacientes. Quando a fibrose provoca obstrução de vasos ou vias aéreas, podem ser consideradas intervenções para restabelecer o fluxo, como procedimentos endovasculares com angioplastia e stents em casos selecionados.
A cirurgia pode ser tecnicamente difícil porque o tecido fibroso envolve estruturas importantes.
Além disso, a presença de uma associação com histoplasmose não significa automaticamente que antifúngicos irão reverter uma fibrose já estabelecida. A indicação de terapia antimicrobiana ou anti-inflamatória depende da causa e do contexto clínico.
Complicações da mediastinite
Se não tratada a tempo, a mediastinite aguda pode evoluir para complicações graves, colocando a vida do paciente em risco. As principais são:
- Sepse e choque séptico, que podem levar à falência de múltiplos órgãos;
- Empiema, com acúmulo de pus na cavidade pleural;
- Fístulas traqueoesofágicas, dificultando a alimentação e a respiração;
- Abscessos pulmonares, comprometendo a função respiratória;
- Pericardite ou infecção envolvendo estruturas próximas ao coração;
- Insuficiência respiratória;
- Extensão da infecção para outros espaços do tórax.
Fístulas envolvendo esôfago ou vias respiratórias podem ocorrer em situações específicas, mas não estão entre as complicações obrigatórias de todo quadro.
Da mesma forma, abscessos pulmonares podem ocorrer em determinadas infecções, mas empiema pleural e disseminação para os espaços torácicos são complicações mais diretamente relacionadas à extensão da mediastinite.
Pacientes considerados de alto risco, como aqueles que passaram por cirurgias cardíacas recentes ou apresentam infecções esofágicas, suspeita de perfuração esofágica ou infecção cervical profunda, devem ser monitorados de perto para evitar essas complicações e garantir um tratamento eficaz.
Quando procurar atendimento imediatamente?
Como a mediastinite aguda pode progredir rapidamente, alguns contextos merecem avaliação de emergência.
Procure atendimento diante de dor torácica intensa, febre ou falta de ar principalmente quando esses sintomas surgirem:
- Após cirurgia cardíaca ou torácica recente;
- Depois de procedimento ou trauma envolvendo o esôfago;
- Após vômitos intensos acompanhados de dor torácica súbita;
- Na presença de infecção profunda do pescoço ou odontogênica;
- Com inchaço progressivo no pescoço;
- Com pressão arterial baixa, confusão ou piora importante do estado geral.
Esses sintomas podem ter várias causas além da mediastinite, mas o contexto ajuda a determinar quando uma investigação urgente é necessária.
Perguntas relacionadas
O que é mediastinite?
A mediastinite é uma inflamação grave do mediastino, a região entre os pulmões que abriga o coração, traqueia e esôfago. Pode ser causada por infecções, cirurgias ou perfurações esofágicas e exige tratamento imediato.
O que provoca a mediastinite?
A mediastinite é causada por infecções bacterianas, fúngicas ou processos inflamatórios no mediastino. As principais causas incluem complicações cirúrgicas, perfuração do esôfago e disseminação de infecções próximas.
Como se pega mediastinite?
A mediastinite não é contagiosa. Ela ocorre como complicação de cirurgias torácicas, infecções graves, traumas ou doenças como tuberculose e histoplasmose que afetam o mediastino.
Quais são os principais sintomas da mediastinite?
Os sintomas incluem dor torácica intensa, febre alta, calafrios, dificuldade para respirar e engolir, inchaço no pescoço e, em casos graves, sinais de sepse, como queda da pressão arterial.
Quais são os sintomas da mediastinite aguda?
Os sintomas incluem dor torácica intensa, febre alta, calafrios, falta de ar, dificuldade para engolir, inchaço no pescoço e sinais de infecção sistêmica, como taquicardia e pressão arterial baixa.
A mediastinite é grave?
Sim, a mediastinite é uma condição grave e potencialmente fatal. Se não tratada rapidamente, pode levar à sepse, choque séptico e falência de múltiplos órgãos.
Qual é o tratamento para mediastinite?
O tratamento inclui antibióticos intravenosos, drenagem cirúrgica para remover secreções infectadas e, em casos graves, suporte intensivo em UTI para estabilização do paciente.
Quanto tempo leva a recuperação da mediastinite?
O tempo de recuperação varia conforme a gravidade do quadro. Pacientes tratados precocemente podem se recuperar em semanas, enquanto casos mais graves podem demandar meses de acompanhamento médico.
A mediastinite pode ser prevenida?
A prevenção envolve cuidados rigorosos no pós-operatório de cirurgias torácicas, tratamento rápido de infecções dentárias e faringites e precaução ao realizar procedimentos endoscópicos para evitar perfuração do esôfago.
Mediastinite pode voltar depois do tratamento?
Se a causa subjacente for resolvida, a recorrência é rara. No entanto, pacientes com imunossupressão ou que passaram por múltiplas cirurgias torácicas podem ter maior risco de novos episódios.
A mediastinite pode ser confundida com outras doenças?
Sim, os sintomas podem se assemelhar a infecções pulmonares graves, como pneumonia, ou a doenças cardíacas, como pericardite. Por isso, exames de imagem são essenciais para um diagnóstico preciso.
A mediastinite pode afetar o coração?
Sim, a inflamação pode atingir estruturas próximas, como o pericárdio (membrana que envolve o coração), levando a complicações como pericardite ou insuficiência cardíaca.
Quem teve mediastinite pode ter sequelas?
Depende da gravidade do quadro e do tempo de tratamento. Alguns pacientes podem desenvolver fibrose no mediastino, dificuldades respiratórias ou alterações na deglutição.
É possível viver sem parte do mediastino caso seja necessária uma cirurgia extensa?
Sim, embora o mediastino contenha estruturas essenciais, algumas partes infectadas podem ser removidas sem comprometer significativamente as funções vitais, desde que o tratamento seja bem conduzido.
O que é mediastinite necrotizante?
A mediastinite necrotizante é uma forma grave da infecção, na qual há destruição dos tecidos mediastinais, podendo levar a complicações severas, como sepse e insuficiência respiratória.
O que é mediastinite fibrosante?
A mediastinite fibrosante é uma forma crônica da doença, caracterizada pelo crescimento de tecido fibroso no mediastino, podendo comprimir órgãos próximos, como traqueia e vasos sanguíneos.
Qual exame detecta mediastinite?
A tomografia computadorizada com contraste é um dos principais exames para avaliar a presença e a extensão da infecção.
Antibiótico sozinho cura mediastinite?
Nem sempre. Se houver pus, tecido necrosado, perfuração do esôfago ou outro foco persistente, geralmente é necessário controlar também essa origem.
Mediastinite sempre precisa de cirurgia?
Não em absolutamente todos os casos, mas muitas formas infecciosas exigem drenagem ou cirurgia. A necessidade depende da causa e da extensão.
Cirurgião torácico em São Paulo | Prof. Dr. Ricardo Terra
A mediastinite é uma condição que exige atenção especial, principalmente quando ocorre de forma infecciosa e aguda.
Suas causas mais importantes incluem infecção após cirurgia torácica, perfuração do esôfago e disseminação de infecções profundas do pescoço. Tomografia, exames laboratoriais e culturas ajudam a definir a extensão e orientar o tratamento.
Antibióticos são importantes, mas o controle do foco com drenagem, desbridamento ou correção de uma perfuração frequentemente é decisivo.
A mediastinite fibrosante representa uma condição diferente e requer avaliação específica. Se sintomas como febre, dor torácica ou falta de ar surgiram após uma cirurgia, problema esofágico ou infecção cervical importante, seria prudente
avaliar
rapidamente a possibilidade de uma complicação no mediastino.
Se você tem dúvidas sobre mediastinite ou conhece alguém que possa estar em risco,
busque orientação médica imediatamente.
Eu sou o
Dr. Ricardo Terra, especialista em cirurgia torácica e
membro ativo de importantes sociedades de Cirurgia Torácica e Câncer de Pulmão. Tenho formação pela USP, mestrado na Universidade Harvard e doutorado na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), além disso, sou Chefe da Equipe de Cirurgia Torácica do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP). Ofereço uma experiência valiosa e conhecimento aprofundado no manejo de condições pulmonares como doenças torácicas, câncer de pulmão, nódulos pulmonares e tumores de mediastino, com foco em humanismo, empatia, atualização científica e excelência técnica.
Se você tem interesse em saber mais sobre sua condição, entre em contato com nossa equipe e
marque já sua consulta clicando aqui!
Continue acompanhando o
nosso blog para obter informações valiosas sobre cuidados, dicas de prevenção e novidades no tratamento de condições relacionadas.










